Automedicação quase levou administradora à morte
A administradora de empresas Silvia Santana, 37 anos, sofreu com insônia desde a infância, e na fase adulta o uso de medicamentos para induzir o sono era contínuo. “Certa vez, eu permaneci acordada mesmo após consumir 12 comprimidos de um famoso calmante e tive que ser levada para uma emergência porque as reações me levaram ao desespero. Pensei que fosse morrer”, lembra Silvia.
Dores de cabeça frequentes, depressão e distúrbios espirituais não permitiam que Silvia aproveitasse o fato de possuir uma situação econômica favorável e potencialidades para o emprendedorismo. Os resultados tão almejados em terapias e tratamentos psiquiátricos não eram alcançados. “A angústia profunda e o nervosismo me deixavam sem prazer para viver. Quando ficava sozinha em casa, eu ouvia vozes; quando ia verificar, não havia ninguém. Passei também a ver imagens turvas, como se fossem pessoas andando pela casa; eram realmente situações atormentadoras”, disse Silvia, que conservava duas gavetas no quarto com tipos variados de medicamentos.
Todo desespero vivido por Silvia chegou ao fim após aceitar um convite para participar de uma das reuniões de terça-feira, no Templo Maior da Igreja Universal, em Salvador, dia em que é realizada a Corrente dos 70 Apóstolos - evento de fortes orações em favor da cura e libertação de maldições. “A princípio, fui muito resistente por causa do preconceito em relação à Universal, mas graças a Deus e à insistência de uma amiga, fui até o Templo e, logo no primeiro dia, senti algo diferente”, disse.
Silvia voltou ao Templo Maior todos os dias após aquele primeiro contato. As orações, o estímulo recebido na Igreja para que ela usasse a fé em Jesus Critsto e as orientações bíblicas motivaram nela a certeza de que a felicidade existe e é possível de ser alcançada quando se tem determinação, perseverança e disposição para por a crença em prática.
“Cheguei a pensar que eu nunca sairia daquela situação, que não existia solução para mim, mas o Senhor Jesus me deu uma chance e eu a agarrei com toda minha força. Hoje sou livre da insônia, das dores de cabeça e da depressão, fui completamente curada e liberta. Tenho paz, prazer em viver e sempre que posso falo para as pessoas do que a fé é capaz”, finalizou Silvia.
Texto e foto: Ticiana Bitencourt





abril 9, 2009 | Publicado por Jornalismo | 527 visualizações 
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